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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Roraima reelege tucano e fecha lista de Governadores

Na apuração mais apertada entre os estados que foram para o segundo turno, Roraima confirmou, às 21h54 deste domingo, a reeleição do Governador José Anchieta Junior (PSDB).


Com 99,66% das urnas apuradas, faltando apenas 736 votos, Anchieta tinha 1.808 votos de vantagem para o ex-governador Neudo Campos (PP), com (50,43% contra 49,57%).



Em alguns casos a apuração já foi concluída. É o caso da Paraíba, onde o Governador Ricardo Coutinho (PSB) foi reeleito com 53,7% do total de votos válidos, contra 46,3% de Zé Maranhão, do PMDB.



No Piauí, 98,16% dos votos já foram contabilizados. Teotônio Villela, do PSDB, também garantiu a reeleição, com 52,7% dos votos válidos, contra 47,3% de Ronaldo Lessa, do PDT.



No terceiro estado nordestino que foi ao segundo turno, o Piauí, Wilson Nunes Martins, do PSB, seguirá à frente do Governo. Com 97,32% dos votos apurados, ele tinha 58,74% dos válidos, enquanto Silvio Mendes, do PSDB, somava 41,26%.



Em Rondônia, com 99,7% das urnas apuradas, Confúcio Moura, do PMDB, tem 58,73% dos votos, contra 41,27% de João Cahulla, do PPS, que tentava reeleição.



Simão Jatene, ex-governador do Pará, foi eleito para novo mandato. Ele somava 55,85% dos votos válidos, contra 44,15% da atual governadora, Ana Júlia, do PT, com 98,36% das urnas apuradas.



Anteriormente, Goiás, Distrito Federal e Amapá já tinham seus novos Governadores definidos: Marconi Perillo (PSDB), Agnelo Queiroz (PT) e Camilo Capiberibe (PSB), respectivamente

domingo, 31 de outubro de 2010

Aliados de Dilma têm 17 dos 27 governos, mas PSDB lidera

Os partidos da base aliada da presidente eleita Dilma Rousseff comandarão 17 das 27 unidades federativas do Brasil a partir de 2011. São elas Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe e Mato Grosso do Sul, cujo governador reeleito André Puccinelli, do PMDB, porém, virou adversário do governo federal.




As legendas da oposição ficam com Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.



O opositor PSDB, entretanto, é o partido com mais governadores, oito: Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins. Em segundo lugar, aparece o PSB, aliado dos petistas, que soma seis Estados: Amapá, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco e Piauí.



PMDB e PT acumulam cinco, cada. Os peemedebistas vão dirigir Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rondônia. O PT, Acre, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Rio Grande do Sul. O Democratas comandará Rio Grande do Norte e Santa Catarina. O PMN, o Amazonas.

Eleições no exterior já acabaram em 16 países, informa TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou neste domingo (31) que, até às 11h (horário de Brasília), as eleições no exterior já terminaram em 16 países.




São eles: Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Timor Leste, Cingapura, China, Filipinas, Hong Kong, Malásia, Taiwan, Tailândia e Indonésia, Índia, Emirados Árabes e Rússia.



Neste ano, mais de 200 mil eleitores votam no exterior, segundo dados do TSE. Deste total, 168.480 têm idade entre 25 a 59 anos. No exterior, a votação é apenas para o cargo de presidente e vice-presidente da República.





A brasileira Lilian Shinobu Fukuhara vota no Japão (Foto: Ewerthon Tobace/G1)De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o número de eleitores aptos a votar no exterior registrou "aumento expressivo" nas três últimas eleições, passando de 69.937 em 2002 para 86.360 em 2006, e ultrapassando a barreira dos 200 mil eleitores neste ano.



O Tribunal informou ainda que há eleitores brasileiros domiciliados nos cinco continentes. Os três maiores eleitorados dos 154 municípios do exterior são: Nova York, Lisboa e Boston, com respectivamente 21.076, 12.360 e 12.330 eleitores. O maior colégio eleitoral no exterior fica nos Estados Unidos, com mais de 66 mil eleitores cadastrados em dez cidades.



As missões diplomáticas, ou as repartições consulares, são as responsáveis por informar aos eleitores no exterior a hora e o local de votação. As seções são organizadas para funcionar nas sedes das embaixadas brasileiras, nas próprias repartições consulares ou em locais nos quais funcionem serviços do governo brasileiro. Os eleitores residentes no exterior não podem votar em trânsito.

Na PB, Coutinho tem 52% dos votos válidos, e Maranhão, 48%, diz Ibope

Pesquisa Ibope para o governo da Paraíba divulgada neste sábado (30) aponta o candidato do PSB, Ricardo Coutinho, com 52% das intenções de votos válidos. O governador e candidato à reeleição pelo PMDB, José Maranhão, tem 48%. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos.




Levando em consideração apenas os votos totais, Coutinho tem 49% contra 45% de Maranhão. Os votos brancos, nulos e indecisos somam 6%. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.



O Ibope ouviu 1.204 eleitores em 58 municípios do estado entre os dias 29 e 30 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37873/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba sob o número 39284/2010.



A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Cabo Branco, afiliada à Rede Globo em João Pessoa.

Ibope e Datafolha divulgam última pesquisa presidencial do 2º turno

Os institutos Ibope e Datafolha divulgaram neste sábado (30) as últimas pesquisas de intenção de voto para a disputa presidencial antes da votação deste domingo (31).




A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Veja a seguir os resultados:





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IBOPE

Foram realizadas 3.010 entrevistas neste sábado (30/10). O número de registro no TSE é 37.917/2010.



O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" - veja mais detalhes da pesquisa Ibope.



Votos válidos (excluindo brancos, nulos e indecisos)

Dilma Rousseff (PT): 56%

José Serra (PSDB): 44%







Votos totais

Dilma Rousseff (PT): 52%

José Serra (PSDB): 40%

Branco/nulo: 5%

Indecisos: 3%





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DATAFOLHA

Foram realizadas 6.554 entrevistas na sexta-feira (29/10) e no sábado (30/10). O número de registro no TSE é 37.903/2010.



O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo" - veja mais detalhes da pesquisa Datafolha.



Votos válidos (excluindo brancos, nulos e indecisos)

Dilma Rousseff (PT): 55%

José Serra (PSDB): 45%







Votos totais

Dilma Rousseff (PT): 51%

José Serra (PSDB): 41%

Em branco/nulo/nenhum: 4%

Não sabe: 4%

sábado, 30 de outubro de 2010

Último debate das Eleições atinge boa audiência na Globo

Na noite desta sexta (29), foi ao ar o último debate das Eleições 2010, na Globo.




Com foco total em perguntas formuladas por eleitores indecisos, o encontro entre Dilma Rousseff e José Serra atingiu boa audiência. De acordo com índices prévios do Ibope na Grande SP, foram 25 pontos de média, com share de 38%. No mesmo período, a Record ficou com 14 pontos, o SBT com 6, a RedeTV! com 5 e a Band com 3 pontos.



No debate, Dilma e Serra escolhiam em um telão as regiões de onde viriam as perguntas. No estúdio, os selecionados liam as perguntar formuladas sobre variados temas sugeridos pela produção.



A Globo pretendia ainda que William Bonner, âncora do confronto, fizesse perguntas complementares, mas a ideia foi abortada, após recusa dos representantes do PT.
Natelinha

Debate na TV Globo reúne os dois candidatos à Presidência

Os dois candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno eleitoral no domingo (31), Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), participaram na noite desta sexta-feira (29) de debate promovido pela TV Globo nos estúdios da emissora no Rio de Janeiro.




Segundo a legislação eleitoral, 29 de outubro é o último dia para realização de debates antes do segundo turno, bem como para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, realização de comícios e uso de aparelhagem de som fixa entre 8h e 24h para promoção de candidatos.



O encontro durou cerca de uma hora e meia e teve mediação do jornalista William Bonner. Foi o último debate antes da eleição do próximo domingo (31).





O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, e a do PT, Dilma Rousseff, se cumprimentam em debate promovido pela Rede Globo nesta sexta-feira (29) (Foto: Alexandre Durão/G1)Os candidatos responderam a perguntas formuladas por eleitores indecisos, que estavam na plateia. O instituto de pesquisas Ibope foi responsável pela seleção dos participantes, oriundos de diferentes estados do país.



A definição das perguntas seguiu a seguinte dinâmica: na véspera do debate, cada eleitor indeciso formulou cinco perguntas, individualmente e por escrito, sobre temas de interesse nacional definidos pela produção.



Os temas foram: saúde, educação, meio ambiente, políticas sociais, previdência, investimento em infraestrutura, política econômica, agricultura, saneamento, política externa, corrupção, transportes, desemprego, segurança, habitação, funcionalismo público, impostos, legislação trabalhista e energia.



De um total de 400 perguntas, foram selecionadas as 12 mais representativas de cada tema. As questões não serão específicas ou dirigidas a um dos dois candidatos.



O debate foi dividido em três blocos em que os dois candidatos responderam as perguntas dos indecisos. Um sorteio definiu que Serra responderia a primeira questão. A segunda pergunta foi respondida por Dilma e assim sucessivamente, fazendo com que ambos respondessem o mesmo número de questões.



Cada candidato teve 30 segundos para ler sua pergunta, com dois minutos para as respostas, mais dois para réplica e um para tréplica.



Ao fim do terceiro bloco, os candidatos tiveram dois minutos para fazer suas considerações finais.



Após o debate, os candidatos concederam à imprensa entrevista coletiva de cinco minutos. A ordem das entrevistas foi determinada por sorteio. José Serra foi o primeiro a falar com a imprensa, seguido por Dilma Rousseff.



Veja como foi o debate.



Primeiro bloco

Serra e Dilma responderam a pergunta de eleitora indecisa de São Paulo sobre políticas para o funcionalismo público.



A segunda questão, de um funcionário público de Porto Alegre, indeciso sobre em quem votar, foi sobre garantia de renda para o agricultor.



A terceira questão foi sobre impunidade à corrupção, elaborada por um eleitor indeciso de Brasília.



Uma eleitora indecisa de Fortaleza questionou os candidatos sobre segurança pública na quarta pergunta do primeiro bloco do debate.



Segundo bloco

Pergunta de eleitora indecisa do Rio de Janeiro sobre investimentos na área de saneamento básico abriu o segundo bloco.



Eleitora de Salvador, vendedora de literatura de cordel, questiona Dilma e Serra sobre investimentos na educação e em salários de professores.



Na terceira pergunta do bloco, advogado de Fortaleza indaga sobre o que os candidatos podem fazer para desonerar a folha de pagamento, em uma questão sobre legislação trabalhista.

Cabeleireira de Minas Gerais questiona candidatos sobre os problemas na área da saúde.



Terceiro bloco

Eleitor do Pará questiona candidatos sobre políticas de combate a queimadas e conservação ambiental, na primeira pergunta do terceiro e último bloco do debate.



Contador de São Paulo pergunta sobre a duração de programas sociais. Os dois respondem usando o programa Bolsa Família como referência.



Vendedor de carros de Curitiba questiona os dois candidatos sobre o tamanho da carga tributária em relação à qualidade dos serviços públicos prestados.



Pequeno empresário de Recife pergunta sobre os planos do tucano e da petista para garantir a aposentadoria de quem está na informalidade.



Após o fim da rodada de perguntas dos eleitores, Dilma e Serra fazem suas considerações finais.



Dilma é a primeira. A petista agradece pela oportunidade de apresentar suas propostas e a todos os que a apoiaram ao longo da campanha. Dilma pede voto aos eleitores que assistiram ao debate.



Em seguida, Serra faz suas considerações. O tucano agradece à audiência e aos eleitores indecisos que participaram do debate com suas perguntas. Serra faz uma relato de sua biografia e também pede voto ao eleitor.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AL: em debate com poucas propostas, Vilela e Lessa trocam ofensas

O primeiro e último debate entre os candidatos ao governo de Alagoas, no segundo turno, trouxe troca de acusações, adjetivos pesados e poucas propostas entre o governador e candidato a reeleição, Teotonio Vilela Filho (PSDB), e o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT). O confronto foi transmitido pela TV Gazeta, afiliada da Rede Globo.




O tema central foi a "Operação Navalha". No debate, Vilela não admitiu ter sido citado nas investigações da Polícia Federal (PF), que descobriu uma fraude em licitações, além de superfaturamento de obras, em 2007. As acusações vieram de Lessa, indiciado no superfaturamento das obras da Macrodrenagem do Tabuleiro dos Martins- parte alta da capital- em R$ 14 milhões. O indiciamento na PF foi esta semana.



"Olha a conversa dele. A 'Navalha' nasceu no Governo dele. Prestei uma declaração no STF. O senhor foi indiciado pela Polícia Federal. Quem escuta a gente quer saber do futuro e quer saber o que nós temos como proposta. Os meus quatro anos 'dá' nos seus oito. E vem com essa história, desviar, fugir do assunto", disse Vilela.



Na saída da TV Gazeta, para jornalistas, o governador recuou: "não sou réu na 'Operação Navalha'. Sou denunciado pelo Ministério Público Federal. Mas, fui lá (ao Supremo Tribunal Federal) esclarecer".



Pouco tempo depois, Lessa voltou a dizer: "ele (Vilela) negociou 20 cargos na Assembleia Legislativa para cada deputado suspender o processo (da Operação Navalha) contra ele. Ele é processado". O governador negou o favorecimento.



No debate, houve troca de acusações. Lessa chamou Vilela de "mentiroso", pessoa que usa "dinheiro sujo"; Vilela chamou Lessa de "autista", pessoa que vive "no mundo da lua", "hilário".



Lessa acusou Vilela de favorecer a usina Seresta, da família do governador, que deixou, segundo o ex-governador, de pagar um débito de R$ 24 milhões em contas de luz. A Cooperativa os Produtores de Açúcar e Álcool também foi citada por Lessa: "ela deve R$ 5 milhões da renegociação das dívidas que fiz com os usineiros. São três meses sem pagar".



Vilela negou o débito com os usineiros. Sobre a Seresta, falou de um débito negociado com a Justiça: "há 25 anos não dirijo a Seresta. Há um conflito na Justiça sobre o montante do débito. Não é débito que não quer ser pago".



Na guerra dos números- entre os dois lados- houve acusações sobre escolas fechadas, não construídas, pouca atenção a assistência social, números do Tesouro Estadual e sindicatos que estavam com Lessa e Teotonio.



Antes de ir embora, Lessa teve uma conversa com o senador Fernando Collor (PTB) no escritório dele, na emissora- Collor é dono da TV Gazeta. "O Collor gostou do debate", disse o ex-governador.



E continuou as acusações: "há 22 mil servidores recebendo menos que o salário mínimo. O Governo dele paga abono. Os usineiros se uniram contra mim e tentam comprar a eleição no Estado".

PB: último debate é marcado por denúncias e trocas de acusações

O último debate entre os candidatos a governador da Paraíba, promovido na noite desta quinta-feira (28) pela TV Cabo Branco afiliada da Rede Globo, foi marcado por troca de acusações e denúncias. O ex-prefeito da capital paraibana Ricardo Coutinho (PSB) acusou José Maranhão (PMDB) de distribuir panfletos apócrifos contra ele usando o seu helicóptero de campanha. Já o peemedebista afirmou que Ricardo Coutinho seria a favor da legalização das drogas.




Os panfletos que foram distribuídos pelo Estado acusam Ricardo de ter um pacto com o Satanás e, por isso, espalhou obras de artes demoníacas pela cidade de João Pessoa quando prefeito da capital paraibana. O candidato do PSB disse que os panfletos foram espalhados pelo Estado pelo atual governador. Maranhão rebateu a acusação e disse que a Polícia Federal isentou a coligação "Paraíba Unida" de qualquer participação no caso. "Não tenho esse hábito, nunca fiz panfletos, a Polícia Federal já averiguou os fatos e me isentou", afirmou.



Outro tema que motivou embates foi o reajuste aos policiais e agentes penitenciários que foi aprovado esta semana pela Assembleia Legislativa da Paraíba e que ficou conhecida como a "PEC 300" em alusão ao projeto nacional. Ricardo disse que aquela era uma medida eleitoreira de Maranhão, mas se comprometeu a pagar o reajuste caso consiga ser eleito.



O atual governador afirmou que Ricardo incentivou a bancada de oposição a não votar o projeto. "Eu quero saber a razão porque a bancada que lhe oferece apoio se ausentou da votação. Você não tem se pronunciado claramente. Queríamos saber por que razão o senhor não colocou a bancada para aprovar?", perguntou. Ricardo disse que não incentivou sua bancada simplesmente porque não tem bancada já que ainda não é governador.



O candidato do PMDB ainda questionou Ricardo se ele era a favor das drogas e afirmou que no passado ele teria declarado ser a favor da legalização. Ricardo Coutinho assegurou que nunca defendeu a legalização das drogas e disse que é uma questão precisa ser tratada como saúde pública, com tratamento para os dependentes químicos e com a prisão dos traficantes.



Maranhão também insinuou que a Prefeitura de João Pessoa teria superfaturado a compra de um terreno para destinar o dinheiro para a campanha de Ricardo. De acordo com ele, a Prefeitura teria comprado por R$ 11 milhões um terreno que valeria R$ 2,5 milhões e o dinheiro seria para a campanha de Ricardo.



O candidato do PSB disse que não poderia responder sobre a compra do terreno, uma vez que, há mais de sete meses, deixou o comando da prefeitura para disputar o cargo de governador.

RO: críticas e ataques entre candidatos marcam último debate

Em Rondônia, o último debate antes do segundo turno entre os candidatos ao governo do Estado foi marcado por críticas, ataques e tentativas de desmontar os discursos realizados ao longo da campanha. Primeiro colocado nas pesquisas, Confúcio Moura (PMDB) tentou apresentar seu adversário, João Cahulla (PPS), como despreparado. João Cahulla, por sua vez, explorou as alianças feitas pelo candidato peemedebista, ao fixar os comentários dizendo que o adversário está rodeado de pessoas e políticos que prejudicaram o Estado.




"Como você pretende governar com um time com passado negro", perguntou Cahulla, referindo-se ao apoio recebido por Confúcio de políticos envolvidos em escândalos políticos e prisões como o caso do ex-deputado Estadual Carlão de Oliveira, preso na operação Dominó em 2006 e que aparece em um vídeo divulgado por sites de notícias no Estado.



A resposta veio de forma contundente. "Você foi atrás de todo esse povo e ninguém quer ficar do seu lado", disse Confúcio. "Eu tenho apoio de Jean Oliveira (filho de Carlão), eleito deputado estadual e ninguém quer ficar ao seu lado", respondeu.



O crescimento das cidades foi o tema de abertura do debate e deu oportunidade para Confúcio Moura criticar o atual governador dizendo que ele "abandonou" os municípios do Estado. Cahulla respondeu ao falar de saúde, apresentando fragilidades da pasta em Ariquemes - cidade a 220 quilômetros de Porto Velho -, então administrada por Confúcio Moura que é médico.



No decorrer do debate, Cahulla se confundiu ao falar e referiu-se a Confúcio como "seu candidato". "Fico feliz em saber que o senhor votará em mim", aproveitou Moura. A resposta veio ácida por Cahulla. "Eu não votaria em você jamais, (...) você é dissimulado, e meu voto é de qualidade. Votarei em mim".



Outro tema abordado foi educação. Cahulla perguntou o número de escolas em Ariquemes, referindo-se a eles como um "programa de nome esquisito". Moura respondeu dizendo que o adversário demonstra despreparo ao desconhecer as escolas integrais.



Nas considerações finais, Confúcio Moura se despediu e pediu o voto pela mudança. "Fico feliz com a campanha, mas não concordo com os golpes baixos do segundo turno", disse. "Amanhã quero que todos assistam nossos agradecimentos, nos dois horários, o nosso e do adversário que foi punido", Confúcio terminou dizendo que termina a campanha sem mágoas e perdoa a todos.



Cahulla se despediu agradecendo o apoio recebido e disse que Confúcio Moura tem vergonha do seu vice. "Pena que meu adversário não respondeu minhas perguntas, tem um palanque formado por pessoas que prejudicaram o Estado, agora peço o seu voto lembrando o Salmo 23...", que é o número do candidato, no momento que o áudio foi cortado pelo tempo expirado.

PA: tucano e petista trocam acusações em novo debate

Promovido pela TV Liberal/Rede Globo na noite desta quinta-feira (28), o último debate eleitoral no Pará não trouxe nenhuma novidade na reta final da campanha. Não houve debate de ideias, apenas acusações entre os candidatos, Ana Júlia Carepa (PT) e Simão Jatene (PSDB). O programa foi mediado pelo jornalista José Raimundo e teve duração de apenas 50 minutos.



Demonstrando cansaço de fim de campanha, os candidatos começaram falando sobre segurança pública e novamente a governadora afirmou que melhorou a situação dos policiais militares. Ela destaca os 40% de gratificação que foi instituído em seu governo, o aumento da tropa por meio de concurso público, a compra de equipamentos e a construção de bases de policiamento comunitário nas áreas, segundo ela, de maior criminalidade da capital.



O tucano rebateu acusando o governo Ana Júlia de ter deixado de dar manutenção ao helicóptero Estrela Azul, adquirido em sua gestão para a Polícia Militar. Jatene leu um ofício do Ministério da Aeronáutica, em que teria informações atestando a falta de manutenção do veículo. A governadora respondeu alegando que o governo recebeu o dinheiro do seguro do helicóptero.



Mais uma vez Simão Jatene repetiu que dará continuidade aos programas que tiverem dando certo na atual administração. Ele reafirmou que Ana Júlia tenta enganar o eleitor com informações sobre reajuste salarial aos servidores públicos, utilizando dados como se fossem do Dieese. "Não adianta tentar falsear a verdade", acusou Jatene.



Ana Júlia Carepa rebateu: "política salarial do servidor público era excludente no governo do PSDB. Auxílio-alimentação agora é pra todos".

Em Roraima, candidatos trocam ataques no último debate

Os dois candidatos ao governo de Roraima, Neudo Campos (PP) e Anchieta Júnior (PSDB), trocaram farpas em todas as perguntas e respostas durante o debate transmitido pela TV Roraima, afiliada da Rede Globo, nesta quinta-feira (28). Os candidatos falaram durante 50 minutos, sobre suas propostas, para convencer os eleitores indecisos, que ultrapassam 8% no Estado, segundo as pesquisas.




Um acordo foi firmado entre as coligações "Pra Roraima Voltar a Ser Feliz" e "União Por Roraima" junto à emissora para que ambas não levassem eleitores, partidários e correligionários para a frente da TV. O objetivo foi evitar confronto entre os cabos eleitorais, a exemplo do que ocorreu no ultimo debate do primeiro turno.



O programa foi dividido em três blocos e o primeiro abordou temas pré-definidos com assuntos sorteados na hora do debate. O segundo bloco foi por tema livre. E no último as considerações finais.



Neudo Campos, do PP, que está na frente nas pesquisas de intenção de votos começou o debate falando de drenagem, segurança e saúde pública. O atual governador Anchieta Junior (PSDB) baseou suas falas em ataques a prefeitura da capital Boa Vista, que apoia a candidatura de seu opositor.



"Nos assumimos o governo em 2004 e encontramos a saúde sucateada. Quero pedir a oportunidade de continuar trabalhando. Quero ser governador para dar continuidade ao meu projeto", explicou.



Neudo Campos falou da compra de votos e disse que fez estradas, gerou empregos, investiu na saúde e na educação. "Sou o melhor candidato pois sei como governar . Vou fazer uma gestao voltada para o povo e mostrarei que Roraima terá o melhor governo de sua historia", concluiu.

DF: "eu gosto do Serra é de coração", diz Weslian Roriz

A candidata do PSC ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz, aproveitou o debate realizado pela TV Globo nesta quinta-feira (28) para pedir votos ao presidenciável José Serra (PSDB). Ao final do programa, reafirmou sua "admiração" pelo tucano aos jornalistas.




"Eu gosto do Serra é de coração, isso é uma coisa que eu tenho há muito tempo por ele: admiração pelo trabalho que ele já fez pelo Brasil e por São Paulo. Acho isso importantíssimo. Quem já mostrou trabalho, sabe fazer uma Presidência da República".



A candidata minimizou o fato de não ter tido o apoio de Serra em sua campanha. "Eu estive com ele, falei com ele. Ele me recebeu muito bem por telefone, falei com ele aqui em Brasília, isso não tem importância".



Weslian encontrou-se com Serra em evento do PSDB no segundo turno da disputa eleitoral, ocasião em que disse ter confiança de que os votos no tucano também seriam dela.



O palanque de Serra foi criado a partir da candidatura de Maria Abadia ao Senado, pela chapa do então candidato ao governo Joaquim Roriz, marido de Weslian. Abadia era a representante do PSDB na chapa, mas sua candidatura acabou impugnada.



Ao final do debate desta quinta, com o petista Agnelo Queiroz, a candidata do PSC pediu o voto para Serra. "Não deixe de votar no Serra. Vote nele para as pessoas viverem felizes. E quero pedir pra você votar em Weslian Roriz, que vai fazer uma Brasília diferente. Nós somos do bem".

GO: Perillo e Iris promovem debate mais tenso do 2º turno

O último debate entre os candidatos ao governo do estado de Goiás, Iris Rezende (PMDB) e Marconi Perillo (PSDB), realizado pela TV Anhnaguera/Rede Globo, foi o mais tenso deste segundo turno. A estratégia dos dois postulantes ao governo foi praticamente a mesma: confronto direto, pautado em "alfinetadas" de lado a lado na comparação nos estilos de governo de cada um, que já foram, ambos, e por duas vezes, governadores do Estado.




O debate, de 50 minutos, dividido em três blocos, ganhou agilidade também em grande parte por causa do formato de perguntas feitas diretamente entre os candidatos e sorteio de temas livres e abrangentes. Mas, apesar das críticas trocadas entre Iris e Marconi, nenhuma denúncia ou assunto novo apareceu durante o programa que já não tivesse eclodido nos debates anteriores.



No primeiro bloco, os temas centrais foram saúde, responsabilidade fiscal, educação e transporte metropolitano. "Vamos fazer funcionar o que já existe. Depois vamos partir para obras novas", prometeu Marconi. Iris Rezende, por sua vez, acusou o tucano de ter deixado obras não concluídas e "propostas e promessas não cumpridas". "O meu adversário fez toda uma campanha em cima de inverdades como esta", rebateu o tucano.



Ao debaterem sobre transporte coletivo, Marconi acusou Iris de não ter solucionado o problema do trânsito de Goiânia, capital da qual foi prefeito de 2004 a este ano. Iris devolveu a acusação dizendo que o problema se originou nas gestões de Marconi. "Não comprou ônibus e usou a linha (do Eixo Anhanguera, corredor leste-oeste sob responsabilidade do governo estadual) para fazer politiquice", disse Iris. "Você não pode falar do trânsito de Goiânia porque o senhor não anda em Goiânia. O senhor anda é de helicóptero", ainda disparou o candidato do PMDB.



Iris também afirmou que Marconi não cumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, quando governador. "Não investiu os 12% (constitucionais) na Saúde", acusou, citando também que o atual governador Alcides Rodrigues (PP) pagou mais de R$ 1,5 milhões em dívidas deixadas pelo tucano. "Minhas contas foram rigorosamente aprovadas", rebateu Marconi.



Na segunda parte do debate, novos ataques. Iris e Marconi pontuaram várias "feridas" da história da administração estadual de Goiás, como as falências dos bancos estaduais Caixego (1990) e Beg (2001), com referências também a venda da Usina de Cachoeira Dourada (1997), apontada como uma das causas da atual situação falimentar da Companhia Energética do Estado, a Celg. Cada um responsabilizou os governos do adversário pelos fatos.



Neste bloco, o tema habitação popular também causou polêmica quando Iris perguntou se era promessa de Marconi derrubar as casas da Vila Mutirão, conjunto popular que construiu nos anos 80. "As pessoas tem amor por aquelas casas, e eu também", lembrou o candidato. Marconi, por sua vez, disse que as casas - feitas de placa - não deveriam ser demolidas, mas substituídas por paredes de alvenaria para dar "mais dignidade" famílias.



No terceiro bloco do debate, destinado a considerações finais, Iris e Marconi lembraram ao eleitor porque querem ser governadores por mais uma vez. O candidato do PMDB lembrou a vasta experiência que acumulou como administrador. Marconi, por sua vez, citou que fez uma campanha em meio a dificuldades, como o enfrentamento das máquinas de governo.

Rede Globo realiza debate do 2º turno com os candidatos ao Governo do Distrito Federal

A Rede Globo promoveu nesta quinta-feira (28/10), na sede da emissora, em Brasília, o debate do 2º turno das eleições com os candidatos ao Governo do Distrito Federal. Participaram os candidatos Agnelo Queiroz, do PT e Weslian Roriz, do PSC.







Mediado por Cristina Serra, o debate teve três blocos, sendo os dois primeiros divididos entre perguntas de tema determinado e perguntas de tema livre. O terceiro bloco foi para as considerações finais.







No primeiro bloco, um sorteio definiu que o candidato do PT, Agnelo Queiroz, iniciasse o debate fazendo a primeira pergunta. O tema determinado, sorteado pela mediadora, foi sobre “trabalho. O segundo tema sorteado foi sobre “segurança” e a pergunta foi feita pela candidata do PSC, Weslian Roriz. Todos os candidatos responderam ao mesmo número de perguntas. Ainda no primeiro bloco, os candidatos responderam a outros dois temas determinados: “transporte” e “corrupção”.







No segundo bloco, de temas livres, a candidata do PSC, Weslian Roriz, foi sorteada para iniciar o debate e perguntou a Agnelo sobre “saúde”. Em seguida, o candidato do PT questionou Weslian Roriz sobre “campanha política do partido”. Na sequência, Weslian perguntou sobre “habitação” e respondeu ao questionamento de Agnelo sobre “propostas para a saúde”.







No terceiro bloco, das considerações finais, os candidatos tiveram 2 minutos e 30 segundos para falar, seguindo ordem também definida por sorteio.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ibope mostra Dilma com 57% dos votos válidos e Serra com 43%

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (28) aponta Dilma Rousseff (PT) com 57% dos votos válidos e José Serra (PSDB) com 43% na disputa em segundo turno pela Presidência da República.




Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Dilma pode ter entre 55% e 59%, e Serra, entre 41% e 45%. O critério de votos válidos exclui as intenções de voto em branco e nulo e os indecisos.



Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último dia 20, Dilma aparecia com 56% dos votos válidos e Serra com 44%.



O Ibope entrevistou 3.010 eleitores, de 26 a 28 de outubro. A pesquisa foi encomendada ao instituto pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo". Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de protocolo 37596/2010.



Votos totais

Pelo critério de votos totais (que incluem no cálculo brancos, nulos e indecisos), Dilma Rousseff soma 52% das intenções de voto, e José Serra, 39%. As intenções de voto em branco ou nulo acumulam 5%, segundo o Ibope. Os eleitores indecisos são 4%.



Nos votos totais da pesquisa anterior do Ibope, do último dia 20, Dilma tinha 51%, e Serra, 40%. Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 4%.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Sensus mostra Dilma com 52,8% e Serra com 47,2% dos votos válidos

Pesquisa Sensus divulgada na noite desta quarta (20) pelo site da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que encomendou o levantamento, indica a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 52,8% dos votos válidos e o candidato do PSDB, José Serra, com 47,2%. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos.




Pelo critério de votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 46,8% e Serra, 41,8%. Brancos e nulos são 4,1%, segundo o instituto Sensus. Os que não sabem em quem votar e os que não responderam somam 7,2%.



A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.



O instituto fez 2 mil entrevistas nos dias 18 e 19 de outubro em 136 municípios de 24 estados. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 36.192/2010.

Ibope mostra Dilma com 56% dos votos válidos e Serra com 44%

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (20) uma nova pesquisa de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Dilma Rousseff (PT) venceria se a eleição fosse hoje. No levantamento, ela obteve 56% dos votos válidos, e José Serra (PSDB), 44%.




Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Dilma pode ter entre 54% e 58% e Serra, entre 42% e 46%. O critério de votos válidos exclui as intenções de voto em branco e nulo e os indecisos.



Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último dia 13, Dilma aparecia com 53% dos votos válidos, e Serra com 47%.



A pesquisa ouviu 3.010 eleitores, de 18 a 20 de outubro. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de protocolo 36476/2010.



Votos totais

Pelo critério de votos totais (que incluem no cálculo brancos, nulos e indecisos), Dilma Rousseff soma 51% das intenções de voto, e José Serra, 40%.



De acordo com o Ibope, as intenções de voto em branco e nulos acumulam 5%. Os eleitores que disseram não saber em quem vão votar são 4%.



Nos votos totais da pesquisa anterior do Ibope, do último dia 13, Dilma tinha 49%, e Serra, 43%. Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 3%.

Veja intenções de voto à Presidência por sexo e região, segundo o Ibope

instituto, e Serra, 31%. Brancos e nulos são 4%, e indecisos, 1%. A candidata do PT tinha 57% no último dia 13, contra 36% do candidato do PSDB, e brancos e nulos somavam 4%, enquanto os indecisos eram 3%.




No Sudeste, Dilma tem 45%; Serra, 41%. Brancos e nulos totalizam 7%, e indecisos, 6%. O levantamento anterior mostrava Dilma com 46% das intenções, enquanto Serra tinha 44%. Brancos e nulos eram 7%, e indecisos, 4%.



No Sul, a petista passou de 41% da última pesquisa para 47% no levantamento desta quarta, e o tucano, foi de 54% para 46% agora, indica o Ibope. Brancos e nulos são 4%, e indecisos, 3%.No levantamento anterior, eram 3% e 2%, respectivamente.



A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 36766/2010. O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 201 municípios entre segunda-feira (18) e esta quarta (20). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MA: Roseana diz que continua em campanha por Dilma

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), tem realizado viagens para o interior do estado para agradecer ao povo pela reeleição em primeiro turno, com 50,08% dos votos válidos. Na tarde desta quinta-feira Roseana Sarney (PMDB) foi a Santana do Maranhão, local onde ela obteve o maior percentual de votos, 91,62 %.




Mas a governadora reeleita afirmou que a campanha no Maranhão ainda não terminou. Toda a sua equipe continuará trabalhando para eleger Dilma Rousseff (PT) no segundo turno. A candidata do PT obteve 70,65% dos votos válidos no Maranhão. Na tarde desta sexta-feira, Roseana Sarney se reunirá com lideranças políticas vindas de várias partes do estado para cumprimentá-la pela reeleição, mas também para receber orientações sobre como trabalhar para as eleições presidenciais.



A governadora escolheu a pequena cidade com pouco mais de 11 mil habitantes para "de uma forma simbólica" agradecer os 1.459.792 votos que recebeu no último domingo. Nesta sexta-feira, haverá mais festa pela vitória, desta vez na capital São Luís. A partir das 19 horas, artistas maranhenses farão um show, no Centro Histórico, para comemorar o resultado das Eleições.